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Os cristãos também pecam

  |  Pr. Sérgio Fernandes (insta @manadamanha)

Gálatas 6:1 - ¶ Irmãos, se algum homem chegar a ser surpreendido nalguma ofensa, vós, que sois espirituais, encaminhai o tal com espírito de mansidão; olhando por ti mesmo, para que não sejas também tentado.

O sexto capítulo da epístola aos gálatas tem uma admirável coleção de conselhos práticos que o apóstolo deixa aos irmãos da Galácia. Vale a pena ler e meditar em cada um deles. O primeiro trata da correção aos cristãos que pecam.

Sim, os cristãos pecam. Não somos super-heróis da fé, estamos sujeitos a tropeços e paixões e, quando estes ocorrem, precisamos ser corrigidos. Entendo que a Igreja precisa ter humildade para reconhecer que a salvação em Cristo a perdoou e está a aperfeiçoando, mas não a tornou perfeita ainda. Quando há maturidade nos crentes para entenderem que são simplesmente pecadores perdoados, a correção pode ser feita com brandura, afinal, ainda estamos “em obras”. Isso evita julgamentos condenatórios e moralistas e torna a correção parte de um processo diário de acolhimento, perdão e instrução para a vida.

Na sua casa, na sua igreja, no seu cotidiano, esforce-se para corrigir sempre com brandura, pois nunca sabemos quando precisaremos nós mesmos passar por correção. Deus te abençoe!

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A base da sinceridade é o amor

  |  Pr. Olavo Feijó

Salmos 31:23 - Amai ao SENHOR, vós todos que sois seus santos; porque o SENHOR guarda os fiéis e retribui com abundância ao que usa de soberba.

Há várias motivações, por detrás da sinceridade – tipo ódio sincero ou amor sincero. Tanto o ódio, quanto o amor, geralmente se desenvolvem a partir de experiências pessoais intensas, capazes de deixar marcas profundas.

O amor ao Senhor Deus não foge à regra. Porque, em muitos casos, confundimos simples práticas religiosas com sentimentos religiosos. Agradecer a comida, antes da refeição, muitos o fazem por força de um hábito, que nossos pais incutiram em nós, desde a primeira infância. Terminada a refeição, ninguém se importa mais com o ”conversar com Deus”.

O salmista, por inspiração divina, coloca as coisas nos eixos: “Amem o Senhor, todos os que Lhe são fiéis” (Salmo 31:23). A Bíblia ensina que nossos relacionamentos – seja com os homens, seja com o Senhor, devem ser alicerçados no amor. No amora divino. Porque, como Paulo nos revelou, escrevendo aos Coríntios, a maior de todas as virtudes, de todos os dons do Espírito, a mais importante é o amor. A base de nossa sinceridade é o amor!