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Deus de Palavra

  |  Pr. Sérgio Fernandes (insta @manadamanha)

Jeremias 1

O nosso Deus é um “Deus de Palavra”. A história da redenção foi escrita por Ele em toda a história, e para autenticar a Sua verdade Ele nos deixou nos textos sagrados a esperança de que, no tempo oportuno, enviaria um Messias para nos salvar. Profecias escritas em diversos livros do AT prepararam os fiéis para a manifestação deste Servo Sofredor que levaria os pecados dos homens. Em especial, o texto de Isaías 53 é como um retrato messiânico que nos aponta, com clareza, a vida, morte e ressurreição do Salvador, assim como os efeitos que ela atingiu.

Ao construir o conceito de que Deus cumpre as suas promessas, a Bíblia expõe aos seus leitores os atributos do Criador: Ele é Eterno, porque conhece o fim desde o começo e por isso, pode anunciar aos homens as coisas que não, como se já fossem. Por ser Soberano, Ele conduz a linha da história segundo o Seu querer, sem que nada escape do Seu controle. Em sua imutabilidade, Ele concretiza seus projetos sem mudanças, por isso, podemos confiar que, assim como Ele falou, Ele fará!

Você está seguro nos braços de um Deus que não falha!

Sem Cristo, não enfrente demônios!

  |  Pr. Olavo Feijó

Atos dos Apóstolos 19:15 - Respondendo, porém, o espírito maligno, disse: Conheço a Jesus, e bem sei quem é Paulo; mas vós quem sois?

Paulo estava na cidade de Éfeso, pregando a salvação pela fé em Cristo, o Messias. O número dos que aceitavam a Cristo começou a aumentar muito. A tal ponto que alguns religiosos mesmo não sendo seguidores do Mestre, decidiram aproveitar a onda, para o próprio benefício. Por isso, tentaram até expulsar demônios “em nome de Jesus”. Eles se deram mal.

“Um certo dia, o espírito maligno reagiu contra aqueles aproveitadores, dizendo: Jesus, eu conheço; Paulo, eu sei quem é – mas, quem são vocês? Então, o endemoninhado saltou sobre eles e os espancou com tanta violência, que eles fugiram nus e feridos!” (Atos 19:15-16).

Jesus não foi nem é amuleto mágico. Sua função,aqui na Terra, não foi a de impressionar multidões, com a demonstração do Seu poder. A missão terrena de Jesus foi convencer os humanos sobre o arrependimento dos pecados cometidos e sobre a salvação eterna. Jesus não veio para ser um milagreiro. Nossa pregação não precisa do teatral: nossa missão é dar testemunho pessoal, proclamando o amor e o poder do Cristo como Salvador e Senhor.