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Vou preparar sua morada

  |  Pr. Olavo Feijó

João 14:2 - Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.

Jesus quis dar convicções sólidas e confiáveis aos Seus discípulos. Por isso, descreveu a vida eterna que eles viverão com Ele de uma forma simples, concreta, confiável. “Na casa de Meu Pai há muitas moradas. Não fiquem preocupados. Eu irei na frente, para preparar a morada de cada um” (João 14:2).

A linguagem de Jesus não é complicada, nem profundamente mística. Ele fez questão de salientar o realismo de viver com Ele, na “nova Terra”, que Ele iria prometer através de João, no livro do Apocalipse, capítulo 21.

O apóstolo Paulo fez questão de aprofundar, para os discípulos de Jesus, a realidade do “corpo espiritual” que teremos após nossa própria ressurreição. Não aceitar a ressurreição de Jesus e a nossa própria, diz Paulo, diminui o objetivo cósmico de termos sido adotados como filhos de Deus, pela fé em Cristo Jesus. Os escritores do Novo Testamento não impõem nenhum viés: viver aqui, como parte do estabelecimento do Reino de Deus, é super importante. Isto não deve apressar, entretanto, nosso destino final com o Cristo, na eternidade. Já que temos por lá nossa morada garantida, aproveitemos por aqui as oportunidades de testemunho que o Espírito de Cristo nos propicia.

Levítico 22 - Paixão Pela Palavra

  |  Pastor Sérgio Fernandes

Levítico 22:1 - ¶ Depois falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

O capítulo 22 de Levítico trata das responsabilidades dos filhos de Arão diante do Senhor. Assim como qualquer outro membro da congregação, eles também poderiam se contaminar cerimonialmente e, por isso, deveriam ter equilíbrio, vigilância e disciplina para que nada os impedisse de atuar nos ofícios sagrados. Fazer parte da linhagem de Arão não era blindagem, pelo contrário, exigia deles esforço e cuidado ainda maior. Não há no Reino dos Céus nenhum cristão que tenha imunidade contra o pecado. Precisamos de igual modo ser "simples como as pombas e prudentes como as serpentes", para andarmos de modo digno a nossa vocação.

Ainda nesse texto, observamos o cuidado que deveria haver entre os israelitas com respeito aos animais oferecidos no sacrifício. Eles deveriam ser sem defeito. Sendo os sacrifícios levíticos uma sombra da obra perfeita que Cristo consumou na cruz, essa prescrição servia para apontar o nosso Salvador, que ofereceu-se como um sacrifício perfeito e sem defeito (Hb 9.14; 1 Pe 1.19). Assim como Jesus estava livre de máculas para ser o nosso sacrifício expiador, nós mesmos precisamos ser livres de máculas, para nos oferecermos como sacrifício agradável a Deus (2 Pe 3.14). Que o Senhor nos ajude nesse propósito, para o agradarmos em tudo.