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Pedir, Buscar, Bater...

  |  Pastor Sérgio Fernandes

Mateus 7:7 - ¶ Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á.

Deus tem um jeitinho muito interessante de agir conosco. Cada promessa feita pelo Senhor envolve uma tomada de atitude do discípulo; como um pai terreno que estabelece algumas metas para presentear seus filhos, o Pai Celestial também nos pede uma fé ativa para alcançarmos as suas promessas.

Aqui, Jesus menciona a oração e os seus benefícios. Mas, nas três afirmações feitas pelo Mestre, a atitude se contrapõe a recompensa. Ele afirma que é necessário pedir, buscar e bater. Gostei dessas palavras e gostaria de meditar nelas com vocês.

A primeira expressão é “pedir”. Podemos pedir mal em nossas orações; e erramos quando nossa oração é subjetiva. Você jamais exercerá fé se não pedir a Deus exatamente o que quer. Se você quer um emprego, não peça uma benção. Se você quer casar, não peça para Deus tirar sua solidão (até porque, para alguns, um simples animal de estimação poderia curar perfeitamente a solidão).

A segunda coisa a ser feita é buscar. Sabe quando você está procurando o endereço de alguém e fica naquela atenção e expectativa até encontrar? Buscar é isso. Eu quero algo e não vou me aquietar enquanto não encontrar.

Por fim, precisamos bater. Nós batemos na porta quando queremos que ela se abra. Precisamos diariamente bater no portal da sala do trono para que o Pai venha nos atender. E quando Ele abrir a porta, haverá um banquete espiritual nos aguardando!

Quem tem ouvidos, ouça!

Deus te abençoe!

Cristo não se separa de nós

  |  Pr. Olavo Feijó

Romanos 8:35 - Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?

A biografia de Paulo descreve a vida de um gigante, que sempre atribuiu o poder de sua realidade espiritual à força definitiva do amor de Cristo. “Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? (Romanos 8:35).

Paulo e João nos revelam a realidade transcendental do “amor de Deus”. Eles não se basearam na discussão sobre o assunto. A ênfase dada por eles não é a discussão, mas a aceitação experimental. Aceitar ser discípulo do Cristo é submeter-se ao poder mais alto do universo. Como escreveu João: “Deus é amor... quem não ama não conhece a Deus” (I João 4:8).

Nada pode nos separar do amor dado por Cristo. Esta é a conclusão de Paulo: invadidos pelo amor do Senhor, “em todo o mundo não há nada que possa nos separar do amor de Deus, que é nosso por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor” (Romanos 8:39). A palavra final é a de Jesus: “Todos aqueles que o Pai Me dá virão a Mim e de modo nenhum jogarei fora aqueles que vierem a Mim” (João 8:37).