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Devocionais

Pr. Olavo Feijó
 Gotas Bíblicas

Confiança Em Deus, Nossa Blindagem

  |  Pr. Olavo Feijó

Salmos 56:11 - Em Deus tenho posto a minha confiança; não temerei o que me possa fazer o homem.

Cristãos não têm justificativa para viver neste mundo como se tudo fosse um mar de rosas. Porque, então, a maldade que nos cerca não deve ser desculpa para assumirmos uma atitude de pessimismo e de medo? O salmista nos explica o porque: “Confio Nele e não terei medo de nada. O que podem me fazer simples seres humanos? (Salmo 56:11).

Estarmos protegidos pelo poder do Senhor nunca deveria fazer de nós pessoas simplórias e irresponsáveis. Pedro não poderia ser mais contundente, quando nos avisou: “Estejam alertas e fiquem vigiando, porque o inimigo de vocês, o Diabo, anda por aí como um leão que ruge, procurando alguém para devorar” (I Pedro 5:8). A ousadia de Satanás e seus anjos não tem limites. O pior é quando filhos de Deus se esquecem das garantias que o Espírito Santo significa e caem na esparrela do “pai da mentira”... A certeza de sua derrota final pelo poder do Cristo explica porque o Inimigo experimentou até o papel ridículo de tentar o próprio Filho Unigênito de Deus.

Davi, inspirado pelo mesmo Espírito que unge de poder e proteção aqueles que O recebem, deixa muito claro a única estratégia que nos reveste de blindagem espiritual: “confio Nele e não terei medo de nada”. O medo, nos explica o apóstolo João, não consegue coexistir ao lado do amor de Deus – é exatamente o amor do Deus, em quem confiamos, que derrota o nosso medo (I João 4:18). Cristão que vive com medo, neste mundo, é porque se esqueceu de levar a sério a “armadura” que Deus nos deu... (Efésios 6:11).



Pastor Sérgio Fernandes
 Palavra Que Transforma

Reflexões em 1 Coríntios - Harmonia na manifestação dos dons

  |  Pastor Sérgio Fernandes

1 Coríntios 14:8 - Porque, se a trombeta der sonido incerto, quem se preparará para a batalha?

Deus deseja que os encontros de adoração da Igreja tenham ordem e decência (vv.40). Mas isso não significa que não possa haver emoção ou espontaneidade em nossos cultos. Em nossas reuniões alguns choram de alegria, outros gritam brados de louvor e adoração, tudo isso faz parte da diversidade de estilos e culturas que há na comunidade.

Contudo, o que não pode ocorrer é uma espontaneidade irracional, que atrapalhe o andamento ordeiro de uma reunião de adoração. Se um irmão está transmitindo a Palavra, ele não pode ser interrompido com outro gritando e adorando com línguas espirituais. Se alguém está profetizando, não deve haver uma interrupção dessa palavra por outra profecia. Todos terão a oportunidade de partilhar daquilo que o Espírito deseja fazer em cada encontro, mas nunca permitindo que o encontro vire uma bagunça.

A reunião de adoração deve ocorrer com tamanha harmonia a ponto de, ao término dela, podermos dizer assim: "eu compreendi claramente a vontade de Deus para a minha vida e para a nossa comunidade".