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A Palavra Tornou-se Carne  |  Pr. Olavo Feijó

João 1:14 - E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.

Por uma série de razões, a história do cristianismo deu mais valor ao símbolo da cruz, do que ao símbolo do túmulo vazio. Comecemos com a encarnação do Cristo, na forma de Jesus: “Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós” (João 1:14).

O Deus Espírito que assumiu a forma de corpo, recebeu o nome de Jesus, de Emanuel, que quer dizer “Deus conosco”. Nos planos eternos do Senhor, o caminho que Ele adotou foi: 1. entrar no corpo de um ser humano; 2. assimilar todas as coisas negativas do homem, capazes de separá-lo do Senhor; 3. matar todas as imperfeições (pecado) do ser humano, através da morte do Seu próprio corpo, na cruz; 4. não permanecer morto, ressuscitando ao terceiro dia e assumindo aquilo que Paulo chama de “corpo espiritual”, sem a corrupção do pecado; 5. ficar acessível a todas as pessoas que, pela fé, se arrependerem dos próprios pecados, aceitando viver a vida espiritual que o Cristo ressuscitado nos dá.

Esta tentativa de resumo do plano divino para transformar meras criaturas em “filhos de Deus”, “herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo”, teve o objetivo de confirmar biblicamente que o Senhor está definitivamente acessível a todo aquele que queira ter comunhão com Ele. Como Jesus, a Palavra tornou-se carne. Como ressuscitado, Cristo tornou-se a realidade de Deus agora, pronta para todos que decidem aceitar pela fé. Por causa da ressurreição, Jesus Cristo está disponível agora, completamente.