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A Humildade Básica da Manjedoura  |  Pr. Olavo Feijó

Lucas 2:7 - E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.

Para cumprir o decreto do imperador romano, José e Maria foram para Belém, onde deveriam alistar-se. Com a cidade super lotada, somente sobrou para o casal o dormir em um estábulo. E foi neste lugar humilde que o menino Jesus nasceu : “Maria deu a luz o seu primogênito. Envolveu-o em panos e o colocou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria”. ( Lucas 2:7 )

É legitimo perguntar porque o Senhor, que planejara o envio do Cristo à Terra, desde a eternidade, não reservou com a devida antecedência um lugar confortável para o nascimento de Jesus. É se supor que o nascimento humilde do Salvador sempre esteve nos planos de Deus. Tanto é assim, que a humildade do nascimento do Messias já tinha sido profetizada séculos antes, por Miquéias.

Pobres e humildes não são autorizados a entrar nos palácios – mas ricos e poderosos não são impedidos de visitar a pobreza. A manjedoura de Belém é a democratização da presença da eternidade entre nós. Tudo foi feito para que a mensagem central do presépio não se desviasse da figura de Deus habitando entre a fragilidade dos humanos. De todos os humanos. Jesus requer nossa manjedoura, por mais humilde que seja. Nossa manjedoura cheia de trapos, cheirando à palha do mundo. Jesus quer nascer em nós, na humildade do nosso coração, por isso que isto é o que de mais autêntico e genuíno podemos oferecer ao Senhor.