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Sacrifício Vivo  |  Pr. Olavo Feijó

Romanos 12:1 - ¶ Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.

Paulo tornou-se o apóstolo que melhor explicou, teologicamente, o ensino de Cristo. Com relação ao adorar “em Espírito e em verdade”, Ele interpreta: “Irmãos, rogo-vos, pelas misericórdias de Deus, que ofereçam a si mesmos como sacrifício vivo, Santo e agradável a Deus, como vosso culto racional” (Romanos 12:1).

Oferecer ao Senhor sacrifícios de coisas e de animais sempre constituiu uma forma cômoda de viver a vida religiosa sem muitas dimensões éticas. Esta atitude se compara à pessoa que toma um enorme empréstimo e, para pagá-lo, lhe é dado um prazo ilimitado, sem juros e sem correção monetária.

Paulo contraria esta postura ambígua, sem coerência da fé com a prática. Oferecer-se a si mesmo, como sacrifício “vivo, Santo e agradável a Deus” é uma outra maneira de dizer: o cristão deve viver sua conduta diária corretamente. O crente demonstra sua fé em Cristo quando Seu corpo é tão envolvido com o Senhor, quanto o envolvimento da sua vida espiritual. Neste contexto, “sacrifício vivo” pode significar vida diária com disciplina espiritual. Sacrifício vivo é viver os “frutos do Espírito”.