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Pretensa Religiosidade  |  Pr. Olavo Feijó

Colossenses 2:23 - As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne.

Antes de se encontrar com Cristo, Saulo de Tarso fora “fariseu de fariseus”. Ultra legalista. Após o encontro com Cristo, Saulo foi transformado em Paulo. Como Apóstolo do Cristo, ele descobriu que a graça divina nos liberta das imposições inócuas da lei: “Essas regras têm, de fato, aparência de sabedoria, com sua pretensa religiosidade, falsa humildade e severidade com o corpo, mas não têm valor algum para refrear os impulsos da carne.” (Colossenses 2:23).

Uma das características da multidão de “igrejas”, espoucando em cada quarteirão, é a ênfase sobre rituais e regras religiosas. Elas são rigorosas e sem complicações. Mas, se não forem compridas à risca, como ordenam os “iluminados apóstolos” dessas igrejas, os prometidos milagres não acontecem, causando aos fiéis “infiéis” a síndrome do “meã culpa”.

Se Paulo estivesse hoje entre nós, certamente iria desmascarar os líderes religiosos especialistas em arranjos mágicos de religiosidade. “Pretensa religiosidade – diria o Apóstolo. E, em assim denunciando os profissionais das miríades de igrejas contemporâneas, lutaria pela realidade da libertação espiritual em Cristo. Paulo insiste que, em Cristo, “fomos chamados para a liberdade”. Livres dos rituais mágicos, das fogueiras santas, dos copos com água “abençoada”, dos lenços que nos protegem. “Eu venci o mundo”, disse Jesus, livrando-nos da pretensa religiosidade.