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Discipulado como avaliação  |  Pr. Olavo Feijó

João 6:68 - Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.

O livro do Gênesis ensina uma das posturas amadurecidas, no processo do bem viver: avaliação. “Então, Deus olhou tudo que tinha feito. Era excelente em todos os aspectos! Assim, terminou o sexto dia” (Gênesis 1:31). O “sexto dia” é o momento da avaliação. É a ocasião de “dar o seu, ao seu dono”. Quando decidiu “olhar tudo o que tinha feito”, o Senhor nos ensinou a desenvolver uma visão de perspectiva, de equilíbrio, de proporção. Ninguém pode perceber excelência se não tiver aprendido as técnicas da avaliação adequada, proporcional. Em resumo, é o tempo do conhecimento do todo e de suas partes.

Avaliar o bom desenvolvimento de um processo exige conhecer adequadamente seu objetivo final e o custo adequado de cada uma das suas fases. O custo do discipulado é muito grande. Disse Jesus: “Ninguém pode ser Meu discípulo se, primeiro, não resolver abrir mão de todas as outras coisas, por Mim” (Lucas 14:33).

Houve um momento de muita pressão dos inimigos que levou alguns discípulos de Jesus a abandoná-Lo. “Então Jesus voltou-se para os doze e perguntou – Vocês também vão embora? Simão Pedro respondeu – Mestre, para quem iremos nós? Só o Senhor tem as palavras que dão a vida eterna e nós cremos nessas palavras e sabemos que o Senhor é o Santo Filho de Deus”. (João 6:67-68). O discipulado cristão brota de uma postura honesta, na qual vivemos sinceramente as exigências do Cristo.