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Nós, os “BÍBLIAS”  |  Pr. Olavo Feijó

Atos dos Apóstolos 11:26 - E sucedeu que todo um ano se reuniram naquela igreja, e ensinaram muita gente; e em Antioquia foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos.

O historiador Lucas nos informa: “Foi em Antioquia que, pela primeira vez, os seguidores de Jesus foram chamados de cristãos” (Atos dos Apóstolos 11:26). Até então, eles eram conhecidos como seguidores do “caminho” (Atos 24:22). Entretanto, com o desenvolvimento da comunidade seguidora de Cristo e por causa do impacto causado pela conduta espiritual dos membros das primeiras igrejas, os seguidores de Jesus passaram a ser conhecidos como “cristãos”, isto é, gente parecida com Cristo!

Até há pouco tempo, no Brasil, os cristãos evangélicos eram conhecidos como “Bíblias”. Principalmente aos domingos, quando se dirigiam aos templos, os “crentes” sempre levavam consigo um exemplar das Escrituras. Na vida diária, quando conversavam assuntos de importância, o habitual era citar textos bíblicos, como base dos argumentos.

A prática do estudo bíblico deve ser continuada, entre nós. Não apenas como evidência das citações que fazemos, mas como o alicerce espiritual do tipo de vida que vivemos. Os textos que escolhemos para viver devem estar de acordo com o contexto geral das Escrituras. A marca típica do cristão deve ser seu amor e seu respeito à Bíblia. Afinal de contas, a Bíblia é a palavra de Deus para nós. Como dizem os teólogos, a Bíblia deve ser nossa “regra de fé e prática”.