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Como se parece a sua oração?  |  Pr. Sérgio Fernandes (instagram @pastorserginho)

Mateus 7:8 - Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á.

Alguns cristãos têm dificuldades em desenvolver uma vida firme de oração porque ainda não entenderam a importância da disciplina, nem como desenvolvê-la em sua vida devocional. Em um mundo corrido como o nosso, costumamos colocar a fé em um modo automático e a oração é a primeira disciplina que sacrificamos quando isso acontece. Por isso, eu quero convidar você a pensar seriamente sobre isso: como se parece a sua oração?

A oração de alguns parece uma lista de compras. Pedidos, pedidos e mais pedidos. Tratam Deus como um gênio da lâmpada realizador de sonhos.

Existem também as orações “muro de lamentações”, carregadas de vitimismos, lamúrias, reclamações e murmurações que não passam do teto.

A oração de outros lembra aquela do fariseu, que ao orar desprezava o publicano por se julgar melhor do que ele. Orações como essa são declarações de amor próprio que nada se assemelham com a ensinada por Jesus.

A oração verdadeira é um diálogo que gira em torno de quatro pilares fundamentais. Ela é um ato de adoração, porque quem ora reconhece que Deus é Deus. É uma oportunidade de confissão, porque nenhum cristão salvo se achega ao trono sem antes confessar suas faltas e pecados. É também um gesto de ação de graças, porque temos MUITO MAIS a agradecer do que a pedir. E, sim, a oração é uma oportunidade para pedirmos a Deus por nós e pelos outros, porque “quem pede, recebe, quem busca acha (...)” (Mt 7.8). Como está a sua vida de oração?