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Nosso contrato com Deus  |  Pr. Olavo Feijó

Mateus 20:13 - Mas ele, respondendo, disse a um deles: Amigo, não te faço agravo; não ajustaste tu comigo um dinheiro?

Caso não façamos a exegese adequada, a parábola do salário aos plantadores de uma vinha corre o perigo de interpretação errada. Em resumo, a estória conta de um dono de plantação que pagou o mesmo salário a trabalhadores que trabalharam durante diferente tempo. A justificação do proprietário foi: “Escute, amigo! Eu não fui injusto com você. Você não havia concordado, livremente, em trabalhar o dia todo, por uma moeda de prata?” (Mateus 20:13).

Deus é o Senhor da vida. Para realizar bem a obra da Sua propriedade ele seleciona pessoas que sejam adequadas para os tipos de função que Ele estabelece. Nestas características encontramos rapidez, percepção, ritmo, bem-estar, boa técnica. Os traços desejáveis sempre são estabelecidos pelo Senhor da vinha. Cabendo aos trabalhadores cumprir as orientações do Dono. No final da jornada, o proprietário disse a última palavra: “Por acaso não tenho o direito de fazer o que eu quero com o meu próprio dinheiro?” (verso 15).

Somos servos do Senhor. Nunca ninguém nos obrigou a trabalhar por Ele. O contrato proposto por Jesus é “trabalhar com amor”. Porque, dentre outras coisas, Deus ama ao que trabalha com alegria.