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“As cebolas do Egito”  |  Pr. Olavo Feijó

Números 11:5 - Lembramo-nos dos peixes que no Egito comíamos de graça; e dos pepinos, e dos melões, e dos porros, e das cebolas, e dos alhos.

Os israelitas viveram como escravos dos egípcios, durante quatrocentos e trinta anos! O Senhor Jeová, após estes séculos, convocou Moisés para liderar a libertação do Seu povo e a longa jornada deles, a fim de tomarem posse da Terra Prometida. De início, todos se animaram com o projeto divino de formarem um povo livre, dono de sua própria terra.

Isso foi o início. Com o tempo, entretanto, o sol escaldante e as tempestades de areia foram destruindo o entusiasmo dos israelitas. A esperança começou a definhar e, em seu lugar, cresceu um sentimento de que aquela cansativa emigração provavelmente iria se transformar em morte coletiva... Em desespero, enfrentaram Moisés e lhe jogaram em rosto seu desapontamento: “Ah, se tivéssemos um pouco de carne para comer! No Egito, comíamos quanto peixe queríamos e era de graça. Que saudades dos pepinos, dos melões, das verduras, das cebolas e dos alhos!” (Números 11:5).

O pecado nos alimenta bem. Caso contrário, ninguém vera vantagem em pecar. As cebolas do Egito são um símbolo do que o pecado faz em nós: no início, muitas vantagens, para nos atrair. No final, bem escondidos, os desapontamentos, que nos humilham e nos desfiguram! Vale a pena desconfiar do pecado e das suas atraentes cebolas...