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Não devemos falar do que não cremos  |  Pr. Olavo Feijó

2 Coríntios 4:13 - E temos, portanto, o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei; nós cremos também, por isso também falamos.

É difícil dizer qual dos dois é pior: pregar sobre aquilo de que não se teve nenhuma experiência ou não pregar sobre aquilo de que temos experiência. No primeiro caso, temos a falsa testemunha, que mente sobre uma experiência inexistente. Já no segundo caso aquele que de fato vivenciou um dado histórico e resolveu ficar calado, pode ser acusado de obstrução da justiça.

O Senhor Jesus veio ao mundo para providenciar a mais profunda experiência a ser vivida, não de modo lógico, mas de modo espiritual. Ele sabia que os anjos não seriam os melhores mensageiros, porque quando apareciam causavam um medo apavorante. Jesus veio ao mundo como gente, igual à gente. Suas pregações não eram aulas de teologia, como diziam os profissionais da religião. Até as crianças gostavam de Jesus.

Os apóstolos, no início, falavam de Jesus ao povo. Sem complicações, com muita simplicidade. Houve um caso, que marcou os participantes. Jesus se encontrou com um cego de nascença e, com um toque, fez com que ele começasse a ver... Perguntado sobre sua opinião, o ex cego foi simples e direto. Ele disse: “Eu era cego e, agora, estou vendo” (João 9:25). Pregar o Evangelho é compartilhar a própria experiência que a pessoa teve com Cristo: “com” Cristo, e não “sobre” Cristo. Na Segundo Carta aos Coríntios nossa tarefa fica bem explicitada: “As Escrituras Sagradas dizem – Eu cri e, por isso, falei” (II Coríntios 4:13).