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Aprendendo com o silêncio de Jesus  |  Pr. Sérgio Fernandes (insta @manadamanha)

Isaías 53:7 - Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.

Tratar a morte de Cristo na cruz como uma simples fatalidade é um modo simplista e errôneo de encarar o drama da redenção. No retrato messiânico, há um contraste interessante entre as ações do homem e a soberania de Deus. Leia Isaías 53.7,8. Embora Jesus tenha sido oprimido e humilhado, cortado da terra dos viventes, ferido, por duas vezes o profeta afirma que Jesus não abriu a boca. Isso significa que Ele estava no controle absoluto da situação. Ele nasceu para morrer e o tratamento cruel que recebeu, embora fosse responsabilidade dos homens, apenas confirmava o propósito de Deus.

Precisamos interpretar cada acontecimento da vida na perspectiva soberana de Deus. Está o Pai no controle ou não? Podemos confiar que Ele cuida de nós e cumpre o Seu propósito em nossa vida? Cristo confiou e isso custou a sua vida. Contudo, sua morte trouxe salvação. Nossas dores muitas vezes abrem portas e oportunidades para que a graça emane por nosso intermédio e toque em pessoas que talvez não consigam nos ouvir de outro modo.

Jesus não abriu a boca. Em algumas horas, é melhor silenciar e confiar. Deus está no trono, descanse o teu coração.