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Rute: melhor que sete filhos  |  Pr. Olavo Feijó

Rute 1:20 - Porém ela lhes dizia: Não me chameis Noemi; chamai-me Mara; porque grande amargura me tem dado o Todo-Poderoso.

Noemi, após a morte do próprio marido e dos seus filhos, achou que sua vida passaria a ser de completo desamparo. Foi isto que ela disse a seus conterrâneos, quando voltou a Belém, acompanhada de Rute, uma das suas duas noras. “Não me chamem de Noemi, a feliz. Chamem de Mara, a Amargurada, porque o Deus Todo Poderoso me deu muita amargura!” (Rute 1:20).

A queixa de Noemi se baseava nos costumes da sua pátria: a única coisa garantida para uma viúva, sem filhos homens, era a pobreza e a exploração, da parte dos conterrâneos. O seu Deus, entretanto, tinha outros planos: Ele já havia traçado o futuro de Noemi, a começar do amor e dedicação de uma das suas noras, Rute. Mulher estrangeira, natural de Moabe, Rute impactou as mulheres de Belém, que passaram a considera-la como “melhor do que sete filhos!” (Rute 4:15).

Na história do Cristianismo, Rute exemplifica aquilo que Jeová realiza, na vida de quem quer que O obedeça e venere. Mal imaginava a jovem Rute o tipo de futuro – próximo ou distante – que o Senhor lhe reservara, constituindo bênção para nós, cristãos atuais, que aceitamos Jesus, o maior descendente de Rute. Pela graça providencial do Senhor, continuamos a linhagem e a fé da mulher extraordinária chamada Rute.