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Evitando que a misericórdia se torne um estímulo para o pecado  |  Pr. Sérgio Fernandes (insta @manadamanha)

Gálatas 6:1 - ¶ Irmãos, se algum homem chegar a ser surpreendido nalguma ofensa, vós, que sois espirituais, encaminhai o tal com espírito de mansidão; olhando por ti mesmo, para que não sejas também tentado.

Acolher com misericórdia, perdoar e restaurar são importantes ministérios desenvolvidos pela Igreja na sua experiência comunitária. Devemos fazer com amor. O problema é que corremos o risco de, ao restaurar alguém que caiu, nós mesmos ficarmos tentados a cometer semelhante pecado devido ao fato de sabermos que a graça perdoou o irmão faltoso.

Paulo falou sobre isso em Gl 6.1. Nessa hora, devemos fazer a seguinte reflexão: (1) Sim, de fato, Deus perdoou o nosso irmão e certamente nos perdoará quando pecarmos, contudo (2) o preço que o pecado cobra de cada um é diferente, isso significa que não temos como antever as consequências de desobedecermos a Deus. O menor pecado pode custar de você sua honra, família, ministério, trabalho e outras coisas. Vale a pena arriscar? (3) Por fim, o arrependimento é um dom de Deus para nós (At 11.18).

Seria justo gastarmos essa benevolência em situações que poderíamos facilmente evitar? De Deus não se zomba!

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