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Libertos da vaidade  |  Pr. Olavo Feijó

Eclesiastes 1:14 - Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito.

O rei Salomão, que pediu sabedoria a Jeová e foi plenamente respondido, não chegou conhecer a essência de todas as coisas, que é o amor divino. Antes de Cristo o ermo amor sempre foi sinônimo de sensualidade humana. Por isso, porque ainda não tivera recebido a revelação de que “Deus é amor” (I João 4:8), o filho de Davi não teve outra saída, senão a de reconhecer “que tudo é vaidade e desejo vão” (Eclesiastes 1:14).

Foi o apóstolo Paulo quem recebeu a revelação divina sobre o poder libertador do amor de Deus. “Agora, permanecem estas três (virtudes): a fé, a esperança e o amor – porém a maior de todas é o amor” (I Coríntios 13:13).

A grande revelação, que nos ensina a como nos libertarmos da vaidade, é aquela que encontramos em João: “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor é de Deus: todo aquele que ama é de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor” (I João 4:7-8). É essencial que nos submetamos ao amor revelado em Cristo: Ele é a libertação definitiva do pecado e, portanto, da vaidade.