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Cri, por isso falei  |  Pr. Olavo Feijó

2 Coríntios 4:13 - E temos, portanto, o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei; nós cremos também, por isso também falamos.

O aceitar a Cristo não deve significar tomar posse de uma profunda bênção e, por isso, nos julgarmos tão superiores, que rejeitemos qualquer relação com os outros. Logo em seguida ao “aceitar a Cristo” deve acontecer a postura do “pregar a Cristo”. São como a “cara e a coroa” da mesma moeda.

Paulo teve que enfrentar, na igreja de Corinto, alguns membros que haviam desenvolvido um nível muito elevado de retórica (eles tinham o dom de “pregar”), mas que ainda eram subdesenvolvidos quanto à característica de “crer”. Por isso, quando eram convidados a pregar, limitavam-se a exibir uma oratória brilhante, mas destituída de uma fé caracterizada pelas “obras” da vida cristã. Como era de esperar, os tais pregadores, por falta das crenças básicas do cristianismo, tornaram-se simples “grandes pregadores da sabedoria humana” (I Coríntios 1:21).

Em que deve crer aquele que prega? Que mensagem deve anunciar: E no poder de Quem sua mensagem deve ser apresentada: quando Paulo declarou sua postura coerente de somente pregar aquilo em que creu, a que tipo de fé estava se referindo? Disse o apóstolo: “Pois resolvi não saber coisa alguma entre vós, senão a Jesus Cristo e, este, crucificado” (I Coríntios 2:2). Esta, então, é nossa missão: crer somente em Cristo e pregar somente Cristo.