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O revolucionário amor de Cristo  |  Pr. Olavo Feijó

Gálatas 5:13 - ¶ Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor.

A revelação de um amor dadivoso, centrado nas necessidades da pessoa amada, é o desafio que Jesus nos faz. Até o primeiro século de nossa era, o termo “amor” se referia tão somente ao ato sexual. Nele, ambos os parceiros somente buscavam a satisfação dos próprios desejos e instintos. O chamado “amor platônico” nunca propôs a prática do amor como exercício de espiritualidade altruísta. A revolução do amor, difundida por Paulo, foi consequência da sua aceitação dos ensinos de Jesus Cristo.

O amor começou com Cristo, com o projeto divino de criar os seres humanos à Sua imagem e semelhança (Gênesis 1:27). Foi João quem nos revelou a natureza do divino – “Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor” (I João 4:8).

O texto bíblico é claro e definitivo: “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor é de Deus – qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus” (I João 4:7). Ser cristão é reproduzir, durante nossa existência, a dinâmica sobrenatural do amor eterno de Deus, que desceu até nós, com o intuito de levar para a eternidade aqueles que O aceitarem livremente. Aceitar a Cristo é decidir, livremente, morrer para o mundo e para todos os vícios do pecado em nós. “Para nós, então, o morrer é lucro... porque sem derramamento de sangue, não haverá remissão de pecado” (Gálatas 2:21; Hebreus 9:22).