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Doze legiões de anjos  |  Pr. Olavo Feijó

Mateus 26:53 - E Pedro o seguiu de longe, até ao pátio do sumo sacerdote e, entrando, assentou-se entre os criados, para ver o fim.

Nunca houve “acaso”, durante a vida e o ministério terreno de Jesus. Para cumprir os propósitos do Seu Pai, portou-se corajosamente, no estilo que aceitou conscientemente o significado do sofrimento, da traição e da injustiça. Sofreu porque, ao se submeter à injustiça humana, quis dar-nos a mensagem da vitória final da santidade sobre a maldade.

Diante dos amedrontados discípulos, que viram seu Mestre aparentemente sem poder e sem futuro, Jesus não perdeu a oportunidade de lhes ensinar sobre os eternos projetos da providência de Deus (Mateus 26:56), que se cumpriam com a participação deles, apesar da enorme ignorância das promessas bíblicas – que eles completamente estavam ignorando.

Quer saibamos, quer não, doze legiões de anjos significam um exército literalmente imbatível. O nosso intransponível problema, todavia, reside no fato de que as tragédias que nos agridem estão ali, na nossa frente, prontas para nos derrotar. Enquanto as “doze legiões de anjos”, aludidas pelo Senhor, nunca foram vistas por nós, lutando pela gente, as torturas do mundo estão ali, óbvias, visíveis, machucantes e nos desmoralizando.

Os anjos não foram convocados, Jesus foi crucificado e os apóstolos fugiram. É exatamente isto que, às vezes, nos atinge e nos desmoraliza a fé. A ressurreição de Jesus, entretanto, nunca deverá ser ignorada. Ela nos restaura muito mais do que a ajuda de todos os anjos. É nela que devemos descansar.