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Saber, com temperança  |  Pr. Olavo Feijó

Romanos 12:3 - Porque pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um.

Entregues à nossa própria imaturidade, corremos o perigo de repetir, inconscientemente, aqueles comportamentos que nos causaram bem-estar. É assim com uma sobremesa saborosa ou uma conduta que nos agrade acima do esperado. A temperança foi inventada para nos prevenir do mal-estar do exagero. Ela é que nos chama a atenção sobre a hora em que devemos parar e avaliar.

Paulo foi especialista no assunto. Conhecia tanto a Sagrada Lei, que se descreveu como “fariseu, filho de fariseu” (Atos 23:6), com doutorado sob a orientação do respeitadíssimo Gamaliel. Mesmo ostentando tantas honrarias, Saulo de Tarso não perdeu a capacidade de julgamento, de comparação. E foi por este caminho que Cristo se apresentou a Ele. A partir do encontro de Damasco, quando o Espírito de Cristo se revelou plenamente, Saulo passou a ser Paulo. E passou, também, a aceitar Jesus Cristo como a revelação completa de Jeová, mudando sua vida.

Conhecimento, sem temperança, naturalmente descamba para a vaidade. A Bíblia, inspirada pelo Espírito Santo, nos revelou sua Pessoa Divina – chamada Jesus Cristo. Quando Paulo se encontrou pessoalmente com o poder e a sabedoria de Jesus, de repente percebeu que sua sabedoria de doutor da Lei somente merecia uma avaliação: “lixo”. Ainda hoje, é isso que Cristo faz na gente. Com Seu amor existencialmente transformador, Ele vale a pena, porque nos confere a transcendência da vida eterna!(João 17:3).