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Babilônia, nossa purificação  |  Pr. Olavo Feijó

Jeremias 25:11 - E toda esta terra virá a ser um deserto e um espanto; e estas nações servirão ao rei de babilônia setenta anos.

Desde os esforços iniciais de Deus, na consolidação do povo de Judá, os judeus sempre oscilaram entre o Deus Jeová e os milhares de deuses pagãos, feitos pelos artesãos religiosos dos povos ao redor. Os hebreus tinham uma desvantagem: de origem nômade, só entendiam de cuidar dos rebanhos de bis, de carneiros e de outros animais menores. A grande vantagem dos povos nativos é que eles entendiam de agricultura, dando inveja aos judeus, que nada sabiam de sobreviver na base dos frutos da terra. Quando os judeus ficaram sabendo que as boas colheitas dos vizinhos “eram devidas à ação dos deuses do solo”, não demorou muito até concluírem – como os vizinhos idólatras – que se quisessem ser bons agricultores o caminho seria o de prestar culto aos deuses que ajudavam o cultivo do campo.

Em pouco tempo e os judeus emigrados da Palestina se esqueceram de Jeová e se submeteram às religiões pagãs das vizinhanças. No decorrer desta evolução para pior, vários profetas alertaram o povo, insistindo para que voltassem a adorar “o único Deus”. Já que os profetas não foram ouvidos, o Senhor resolveu mostrar ao Seu povo, toda a intensidade imoral da idolatria. E os mandou cativos para a Babilônia, onde iriam passar setenta anos e sentir na pele a inferioridade da idolatria (Jeremias 25:11).

O exílio na Babilônia funcionou como um depurador teológico, para os judeus. Finalmente, o povo de Deus se deu conta do “inferno na terra” em que se afundou. Ao ponto de, ao voltar do cativeiro, os hebreus mostraram uma postura profundamente contrária à idolatria. O Senhor Jeová continua amando Seu povo. E continua trabalhando para aperfeiçoá-lo espiritualmente. Já descobriu a Babilônia, na qual você aprenderá espiritualmente do Senhor?