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Escravos da justiça  |  Pr. Olavo Feijó

Romanos 6:16 - Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?

Escrevendo aos cristãos de Roma, o apóstolo Paulo nos ensina que as decisões espirituais do ser humano são essenciais, na determinação da vida futura – tanto na dimensão do tempo, quanto nas dimensões da eternidade. O ponto central dessas decisões gira em redor de Jesus Cristo. Quando decidimos por uma vida que ignora Cristo, submetemo-nos às exigências do pecado, assumindo a existência do escravo das leis do pecado. Esta submissão às leis do pecado pode ser juridicamente anulada porque passamos a obedecer a lei do Cristo. Esta submissão ao Cristo é o que Paulo chama de “servos da justiça. “Libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça” (Romanos 6:18).

Ainda que pareça um paradoxo, submissão ao Cristo significa, necessariamente, uma forma libertadora de autorrealização. A pessoa considerada saudável somente faz jus a esta classificação quando pratica uma vida submissa às disciplinas da qualidade de vida “em Cristo”.

Paulo revelou aos irmãos da Galácia que, quando depositamos nossa fé na comunhão com Cristo, respondemos aos objetivos para os quais o Senhor nos criou: “Irmãos – vocês foram chamados para a liberdade” (Gálatas 5:13). Em outras palavras, servidão a Jesus Cristo é o mesmo que libertação existencial “Se vivemos pelo Espírito, andemos também pelo Espírito” (Gálatas 5:23).