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Filhos adotivos  |  Pr. Olavo Feijó

Efésios 1:5 - E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade,

João nos revelou um Deus, cuja natureza íntima é o “amor” (I João 4:7-8). E que transmitiu Sua natureza de amor a todos os seres criados, principalmente o ser humano, a única criatura feita à Sua imagem e semelhança, de acordo com Moisés. “Então, disse Deus – Façamos o homem à Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança” (Gênesis 1:26-27).

No relato bíblico fica evidente que o relacionamento de Deus com o universo material foi diferente do relacionamento assumido por Ele, quando se tratou de fazer o ser humano. Ao nos revelar o objetivo divino no criar os humanos, a Bíblia nos informa que a função do ser humano seria a de gerenciar a terra (Gênesis 2:15), segundo os critérios e ordenanças do Dono da Terra.

Diz a Bíblia, também, que o Senhor decidiu administrar a Terra estabelecendo uma capacitação extraordinária a certos humanos: àqueles que Ele decidiu adotar como filhos”. Em amor, nos predestinou para sermos adotados como filhos, por meio de Jesus Cristo, conforme o bom propósito da Sua vontade” (Efésios 1:5). Se bem analisado, o contexto bíblico sempre que discursou sobre “amor”, de igual modo falou de “adoção”. Por isso, a teologia da adoção é paralela à teologia do amor. Desde antes da criação do universo, aliás, adoção e amor sempre têm sido revelados no mesmo contexto (Efésios 1:4).