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A colheita do preguiçoso  |  Pr. Olavo Feijó

Provérbios 20:4 - ¶ O preguiçoso não lavrará por causa do inverno, pelo que mendigará na sega, mas nada receberá.

As leis da natureza são implacáveis. Queiramos ou não, a natureza precisa de “causa”, para conseguir “efeito”. Este princípio nos foi revelado, há muitos séculos, pela Bíblia. “O preguiçoso não ara a terra, na estação própria. Mas, na época da colheita procura e não acha nada” (Provérbios 20:4).

À primeira vista, a ociosidade compensa, porque não produz cansaço. Para quem acredita que a grande conquista da vida é uma existência de puro relaxamento, a preguiça é vista como virtude. A coisa, porém, deixa de ser avaliada como a grande bênção da vida quando, a médio e longo prazo, as consequências prejudiciais começam a pipocar. Porque a ociosidade não costura roupa, não protege do frio. Porque a ociosidade não produz alimento, não protege da fome.

O apóstolo Paulo criticou duramente a ociosidade de alguns membros da igreja em Tessalônica: “Se alguém não quiser trabalhar, também não coma” (I Tessalonicenses 3:10). O Senhor Jesus pregou e viveu a virtude do trabalho, ao ponto de ter sido criticado por Seus inimigos. Sua resposta foi: “Meu Pai continua trabalhando até hoje e Eu também estou trabalhando” (João 5:17). Fomos chamados para o trabalho do Reino de Deus. Por isso, Jesus nos ensinou a produzir boas obras, que levem as pessoas a glorificar “nosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5:16).