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Perdão divino e restauração  |  Pr. Olavo Feijó

Salmos 32:1 - ¶ [Masquil de Davi] Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto.

A visão humana de Deus é a de uma entidade distante e vingativa. A visão bíblica do Senhor nos revela um Deus de amor, sempre desejosos de perdoar e restaurar. Foi assim que escreveu o salmista: “Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada pelo Senhor e cujos pecados Ele apaga” (Salmo 32:1).

As divindades adoradas, na história das religiões humanas, sempre se caracterizaram por sua postura justiceira, causadora de medo e de destruição dos adoradores desobedientes. É importante destacar que o Senhor Jeová, quando se apresentou pela primeira vez a Moisés, veio cercado de fogo. O detalhe é importante porque, ao invés de dar ao patriarca uma mensagem de destruição, sua revelação foi a de simpatia e libertação do povo. A libertação do povo de Deus, de fato, aconteceu pela instrumentalidade do obediente Moisés.

Somente não se beneficia do amorável poder perdoador de Deus aquele que, no seu orgulho, não confessa seu pecado, não se arrepende e não pede o perdão divino. Quando, porém, abrimos nosso coração ao Senhor e clamamos por restauração espiritual, “Ele é fiel e justo para nos perdoar de todo pecado e para nos limpar de toda a maldade” (I João 1:9). O Senhor coloca à nossa disposição Seu perdão e restauração. Cabe a nós o aceitar.