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O Juiz da minha justiça  |  Pr. Olavo Feijó

Salmos 4:1 - ¶ [Salmo de Davi para o músico-mor, sobre Neginote] Ouve-me quando eu clamo, ó Deus da minha justiça, na angústia me deste largueza; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração.

Vivemos em um mundo desfigurado pela injustiça. Chegamos ao ponto no qual pessoas que insistem em agir corretamente são desrespeitadas e ridicularizadas. Hoje, a maneira mais rápida de fazer inimigos é o agir de acordo com princípios e a própria consciência. A oração de Davi, expressa há muitos séculos, continua a nos ensinar e a nos fortalecer. “Ouve-me quando eu clamo, ó Deus DA MINHA JUSTIÇA. Na angústia me deste largueza – tem misericórdia de mim e ouve a minha oração” (Salmo 4:1).

Tiago, escrevendo sobre o mesmo tema, declara com firmeza que “a ira do homem não opera a justiça de Deus” (Tiago 1:20). A história mostra que nossa atitude de revolta – e até de ódio – quando vemos ou sofremos injustiça, gera dentro de nós as raízes da injustiça. A injustiça é a semente da benignidade entre indivíduos, famílias e nações. Porque, quando alguém nos dá um tapa, revidar dando-lhe um tapa apenas, não satisfaz as feridas abertas em nosso coração.

O contexto bíblico declara que o Espírito de Cristo é o único poder capaz de fazer a justiça prevalecer. Agindo como o “Príncipe da paz”, Cristo Jesus é o único que consegue eliminar a infraestrutura da guerra e das injustiças (Isaías 9:6-7). O segredo, então, é aceitar o amor e a mente de Cristo. Neste mundo de injustiça, a única certeza é o poder de Jesus Cristo dentro de nós: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou – não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14:27).