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Abre meus olhos, para que eu veja  |  Pr. Olavo Feijó

2 Reis 6:17 - E orou Eliseu, e disse: SENHOR, peço-te que lhe abras os olhos, para que veja. E o SENHOR abriu os olhos do moço, e viu; e eis que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo, em redor de Eliseu.

O rei da Síria resolveu atacar Israel. Por causa da oração do profeta Eliseu, todas as investidas foram neutralizadas pelo Senhor. Irado, o rei inimigo mandou toda a sua tropa, para aniquilar de vez os israelitas. O empregado de Eliseu, ao ver o poder adversário, ficou apavorado. Foi aí que o profeta resolveu orar pelo reforço da fé daquele jovem. “Então, orou assim: ó Senhor Deus, abre os olhos do meu empregado e deixa que ele veja! Deus respondeu à oração dele. Aí o empregado de Eliseu olhou para cima e viu que ao redor de Eliseu o morro estava coberto de cavalos e carros de fogo” (I Reis 6:17).

Afinal de contas, que é a realidade? As investidas do Maligno, que nos dão medo e nos fazem sofrer – ou o poder do Senhor, que nós temos o direito de invocar, mediante nossa oração? A narrativa bíblica nos revela que as tribulações nos trazem sofrimento real. E nos mostra, também, que o poder salvador do nosso Pai sempre está à nossa disposição, desde que reconheçamos Sua misericórdia e aceitemos Seu senhorio.

Nossas orações são inadequadas e, por isso, temos a tentação de não continuar clamando. Paulo, sabendo disso, nos ensinou: “Nós não sabemos como devemos orar, mas o Espírito de Deus, com gemidos que não podem ser explicados por palavras, pede a Deus em nosso favor” (Romanos 8:26). Os olhos de nossa fé nem sempre enxergam aquilo que Deus quer que vejamos. Por isso, a solução é orar como Eliseu. “Abre, Senhor, os nossos olhos. Capacita-nos para enxergar a solução que Tu já providenciaste. “Abre meus olhos, Senhor, para que eu veja... e Te glorifique, no meio das Tuas soluções!”.