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Um menino nos nasceu  |  Pr. Olavo Feijó

Isaías 9:6 - Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.

A mensagem do Reino de Deus estabelecido em nossa Terra apresenta, como seu ponto essencial, a experiência necessária do “novo nascimento” (João 3:3). Nosso “novo nascimento”, diz a Bíblia, tem sua base histórica no nascimento terreno do Filho Unigênito do Pai. A pregação básica sobre o significado teológico do nascer de novo foi revelada ao profeta Isaías, por volta do ano 740 a.C.: “Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado e o governo está sobre os Seus ombros” (Isaías 9:6).

Somos iguais ao mestre Nicodemos, que não entendeu a declaração de Jesus, sobre a necessidade de nascermos de novo. A explicação de Jesus foi simples, mas não se baseou em nenhuma lógica humana. “Nascer de novo”, explicou Jesus, é obra exclusiva do Espírito Santo. Só que, para que vejamos sentido na ação do Espírito de Cristo, o único caminho se chama “fé”. O salto da fé não depende de raciocínio, depende de experiência pessoal. Viver pela fé é ouvir a mensagem de Jesus e tomar a decisão de transformá-la na norma absoluta de nossa existência. Do mesmo jeito que uma criança acredita na orientação de seu pai.

Por que é profecia básica a mensagem de que “um menino nos nasceu”? O Reino de Deus gira todo ao redor da entrada do eterno na nossa dimensão do tempo. Por isso, por causa de sua dimensão histórica, temos as experiências de um Deus Conosco, que nasceu, cresceu, pregou, morreu e ressuscitou. O menino que nos nasceu é a garantia histórica e eterna de que um dia viveremos com Ele, nas dimensões da “nova Terra” (Apocalipse 21:6).