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Respeito à lealdade  |  Pr. Olavo Feijó

2 Samuel 23:16 - Então aqueles três poderosos romperam pelo arraial dos filisteus, e tiraram água da cisterna de Belém, que está junto à porta, e a tomaram, e a trouxeram a Davi; porém ele não a quis beber, mas derramou-a perante o SENHOR.

Davi tinha um pelotão de elite, conhecido como “os Trinta”. Três deles resolveram cruzar o território controlado pelos filisteus e trouxeram a Davi um odre com água da fonte de Belém! Comovido por tanta lealdade, Davi “disse: Ó Senhor Deus, eu nunca poderia beber desta água! Isso seria o mesmo que beber o sangue destes homens, que arriscaram a sua vida para trazê-la”. E assim, ele não tomou daquela água, dedicando-a a Deus (II Samuel 23:16-17).

Quanto vale a lealdade daqueles que nos cercam e nos apoiam? Nossas limitações nos impedem de saber quanto nós devemos às orações e às ações daqueles que, mesmo sem o sabermos, dedicam seus esforços para nos ajudar. Se chegamos ao ponto em que estamos, faz sentido abrir o coração a Deus e cultua-lo pelas ajudas, principalmente as desconhecidas, que o Senhor nos Deus através de pessoas.

Gratidão pelas pessoas leais em nossa vida deveria ser uma constante, em nosso coração. Recompensar a lealdade exige sensibilidade e aprendizado. O que quer que façamos, ao reconhecer a lealdade dos que nos cercam é uma tarefa em que devemos procurar sempre a graça amorosa de Deus. Porque, afinal de contas, é o reconhecimento do amor do Senhor por nós que nos habilita a amar. Nós O amamos, porque Ele nos amou primeiro.