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Refugo: Cristo ou o mundo?  |  Pr. Olavo Feijó

Filipenses 3:7 - Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo.

Paulo foi um dos mais eruditos mestres da Lei. Sua posição religiosa e social era considerada superior. Seu encontro com Cristo Jesus, porém, trouxe-lhe uma revelação divina que transformou em irrelevante toda a sua enorme cultura humana. “No passado, todas essas coisas valiam muito para mim. Mas agora, por causa de Cristo, considero que não têm nenhum valor” (Filipenses 3:7).

Somos cidadãos de algum país, neste mundo. Nossa cidadania significa, para nós, direitos e deveres, a despeito de sermos cristãos. Quando aceitamos ser discípulos de Cristo, porém, automaticamente nos tornamos cidadãos do Reino de Deus na Terra. E aí, neste ponto, passamos a sentir o impacto de uma incompatibilidade. Há valores que o mundo considera elevados e importantes. Comparados, porém, com os valores que o Espírito de Cristo nos ensina, temos que concordar com Paulo: os terrenos parecem refugo.

O que consegue que consideremos como superiores os valores espirituais é a experiência do amor de Jesus Cristo por nós. Com o objetivo de nos transformar em filhos de Deus, Cristo diminuiu-se até o nosso próprio nível. E usou todo o Seu poder divino para nos dar a vida eterna com o Pai. Comparado com os benefícios secundários e temporários deste mundo, as bênçãos dadas por Cristo estão acima de qualquer comparação. Por isso, concordamos com Paulo: “por causa de Cristo, considero que (as coisas do mundo) não têm nenhum valor”.