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Cultivar inimigos nos faz mal  |  Pr. Olavo Feijó

Mateus 5:44 - Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus;

A tradição dos religiosos judaicos mandava amar os amigos e odiar os inimigos. O ensino de Jesus é completamente diferente: “Mas Eu lhes digo: amem os seus inimigos e orem pelos que perseguem vocês, para que vocês se tornem filhos do Pai de vocês que está no céu” (Mateus 5:44-45).

Amar é uma coisa. Gostar é outra coisa, bem diferente. Gostar é uma expressão da minha identidade pessoal: uns gostam mais do doce, outros gostam mais do salgado. Já a postura de amar constitui uma atitude resultante de uma decisão adulta, consciente, espiritualmente amadurecida. Eu não me sinto na obrigação de gostar de hábitos que eu considere nocivos e prejudiciais. Por esta mesma razão, decido amar pessoas de mau caráter, orando por elas.

Amar os inimigos é uma prática que aprendemos com o Espírito de Cristo. Jesus nos ensinou que amar inimigos enriquece espiritualmente nossa condição de filhos de Deus. Porque o Senhor, ao “amar o mundo” manda a bênção das chuvas tanto para os justo, quanto para os injustos. A parábola do joio e do trigo nos declara que só no juízo final justos e injustos terão as recompensas de sua conduta. Cultivar inimigos nos faz mal. Amar os inimigos amadurece nossa vida cristã.