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O tamanho das bênçãos  |  Pr. Olavo Feijó

1 Crônicas 17:16 - ¶ Então entrou o rei Davi, e ficou perante o SENHOR; e disse: Quem sou eu, SENHOR Deus? e qual é a minha casa, para que me tenhas trazido até aqui?

Avaliar adequadamente as bênçãos que recebemos exige, no mínimo, uma adequada visão de perspectiva: nem tão perto da árvore, de modo a não vermos o bosque, nem tão longe da árvore, de modo que só percebamos o bosque. Foi este o questionamento de Davi: “Então entrou o rei Davi, ficou perante o Senhor, e disse – Quem sou eu, Senhor Deus? E que é a minha casa, para que me trouxesses até aqui?” (I Crônicas 17:16).

Davi, na sua família, não era o mais importante, no meio dos filhos. Aparentemente, cuidar dos rebanhos da família não era considerada a atividade mais respeitada, pelos irmãos mais velhos. Por isso, no final de sua meteórica carreira de líder político e militar, responsável pela construção de um poderoso império, o rei pergunta ao seu Deus: “Baseado em que, meu Deus? Por que me tiraste da posição de um desconhecido trabalhador rural, guindando-me à altura, a qual cheguei?

É importante, periodicamente, fazer um balanço de nós mesmos. Qual a explicação do Senhor? Quando, em momentos de lucidez, olhamos para as condições de nosso hoje, comparando-as com a humildade do nosso, ontem, sempre concluímos que a explicação é o amor de Deus por nós! Nestes momentos, repetimos o Salmo dos romeiros: “Se não fosse o Senhor que tem estado conosco, de há muito teríamos desaparecido da terra dos viventes...” (Salmo 124). Nossas perspectivas espirituais sempre dependerão de nossa proximidade, no relacionamento com Deus.