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Bondade produz vida  |  Pr. Olavo Feijó

Provérbios 10:16 - ¶ A obra do justo conduz à vida, o fruto do perverso, ao pecado.

De acordo com Jesus, a árvore boa produz bons frutos (Mateus 7:17). O conceito de causa e efeito é declarado em outras partes da Bíblia. Por exemplo: “O trabalho dos bons produz vida, mas o resultado do pecado é somente mais pecado” (Provérbios 10:16).

Pecado, de acordo com Isaías, é tudo aquilo que nos separa de Deus (Isaías 59:2). Quanto mais alguém peca, mais distanciado vai ficando do Senhor. É como areia movediça: aquele que cais no seu território, quanto mais se movimenta, no sentido de se libertar, mais preso vai ficando do ambiente de sucção, cujo resultado final é a morte por asfixia. Sem uma ajuda externa, ninguém se liberta da areia movediça – esta declaração repete a narrativa de Provérbios, quando afirma que “o resultado do pecado é somente mais pecado”.

Qual é o poder externo que nos liberta da força asfixiante do pecado? Se é que pecado é separação de Deus e se é que nós, por nossos próprios recursos, afundados na areia movediça do pecado, não temos recursos de autolibertação, fará todo sentido concluir que a força externa que nos resgata da separação e da morte seja o próprio Deus. Jesus declarou que a única fonte da bondade é o Senhor Deus (Lucas 18:19). Neste contexto, “o trabalho dos bons (que) produz vida” é o depender da força restauradora do único Bom, que é Deus. A reunificação com Deus, escreveu João, vem como resultado de aceitar Jesus como o Causador de nossa vivência com o Senhor. Por isso, a bondade que produz vida, na realidade, é a aceitação de Jesus, como o Cristo (João 1:12).