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Suborno e realidade  |  Pr. Olavo Feijó

Provérbios 17:8 - ¶ O presente é, aos olhos dos que o recebem, como pedra preciosa; para onde quer que se volte servirá de proveito.

O subornador contumaz vira prisioneiro do mundo de fantasia engendrado por sua deficiência ética. Parece que esta afirmação tem base bíblica: “Alguns pensam que, com dinheiro, podem comprar qualquer pessoa: acham que o suborno é uma coisa mágica” (Provérbios 17:8).

Paranoia é um estado mental gravíssimo, porque leva sua vítima a negar o mundo óbvio e a criar para si mesmo uma fantasia escravizadora. O termo é de origem grega e, em última análise, significa “percepção paralela”. O paranoico não consegue perceber e admitir o sistema de realidade aceito e respeitado pelos cidadãos ao seu redor. A paranoia é altamente danosa para aquele que é atingido por ela. Entretanto, quando possuidor de alto nível de inteligência e de carisma, o paranoico significa perigo muito mais grave, porque corrói os valores mais sensíveis do sistema social.

A Bíblia acusa o subornador consciente e persistente de viver “uma coisa mágica”. Em outras palavras, de viver um mundo doentio, paranoico. Para tal estado, qual é o remédio proposto pela Bíblia? Para tão profunda distorção da verdade, as Escrituras oferecem a Verdade revolucionária e restauradora que o Cristo causa, no coração e na mente daquele que se tornou escravo de suas fantasias espirituais. Basta testar, em si mesmo, aquilo que Paulo provou: “Graças a Deus, que nos dá a vitória, por nosso Senhor Jesus Cristo” (I Coríntios 15:57).