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Amor não se compra  |  Pr. Olavo Feijó

Cânticos 8:7 - As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam.

Todas as tentativas de definir o amor, por mais diferentes que sejam, concordam em uma coisa: sua intensidade é indescritível. Uma das características do amor, escreveu o sábio Salomão, é que não existe dinheiro que o compre: “Nenhuma quantidade de água pode apagar o amor e nenhum rio pode afogá-lo. Se alguém quisesse comprar o amor e por ele oferecesse as suas riquezas, receberia somente o desprezo” (Cântico dos Cânticos 8:7).

Na sua Primeira Carta, João descreveu Deus como “amor”. E a que podemos comparar o amor? Existe alguma entidade tão abrangente, tão poderosa, tão significativa? Deus não deve ser visto apenas amor. Entretanto, para o apóstolo João, a energia que mais se aproxima do amor é o poder de Deus. Antes de ter escrito sua Carta, João, escreveu o quarto Evangelho. Nele, o apóstolo insistiu em um tema revolucionário, pregado CEO próprio Cristo: “A pessoa que Me ama obedecerá à Minha mensagem e o Meu Pai a amará: o Meu Pai e Eu viremos com ela” (João 14:23).

A mensagem bíblica do amor, portanto, é denominador comum, desde o início até o fim da Revelação escrita. Conforme declarou Salomão, amor não é mercadoria que se compre. Amor é decisão existencial. Amor é o jugo divino, que assumimos conscientemente, corajosamente. Vivenciar pela fé o amor do Cristo é a maneira de fazer parte do grande projeto do Criador, na direção do “novo céu e da Nova Terra”.