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Dando nome aos bois...  |  Pr. Olavo Feijó

Gênesis 2:9 - E o SENHOR Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista, e boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal.

Aparentemente, no início da criação os animais não tinham, cada um, seu próprio nome. Diz Moisés: “Depois que formou da terra todos os animais do campo e todas as aves do céu, o Senhor Deus os trouxe ao homem para ver como este os chamaria. E o nome que o homem desse a cada ser vivo, esse seria o seu nome” (Gênesis 2:19).

Nomes existem para identificar. Ora identificamos descrevendo o que o nomeado é, ora identificamos pelo que ele tem. Nomes devem ser bem claros e descritivos – para evitar confusões. Há nomes que elogiam e há nomes que humilham. Há pessoas cuja vida impressionou tanto que a sociedade decidiu usar seu nome como elogio. Por outro lado, a Lei nos permite mudar de nome, quando aquilo que legalmente nos identifica é visto pela sociedade como humilhante ou pejorativo.

Escrevendo à Igreja de Pérgamo, Jesus elogiou a postura corajosa dos seus membros que permaneciam fieis aos Seu Senhor e Salvador, apesar das perseguições do Império Romano (Apocalipse 2:17). Não foi só para os cristãos de Pérgamo, que um novo nome foi dado, inscrito em uma pedra branca. O novo nome que Cristo nos dá é individual, insubstituível. O nome que Cristo me dá, nesta época que estou vivendo, significa a identidade espiritual de testemunho, que só faz sentido para meus contemporâneos. A mensagem do Reino de Deus é para ser difundida pelos discípulos que receberam o poder do novo nome. Louvado seja o nome de Cristo e o seu impacto em nossa existência de implantadores do Reino.