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Três vezes Egito  |  Pr. Olavo Feijó

Mateus 2:15 - E esteve lá, até à morte de Herodes, para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz: Do Egito chamei o meu Filho.

O plano do rei Herodes foi o de matar o menino Jesus, antes de Ele tornar-se um perigo para o seu trono. Para abortar a maquinação do rei, o Senhor mandou José e Maria, com Jesus no colo, fugirem para o Egito. Esta estratégia já fora profetizada por Amós, séculos antes. “E assim se cumpriu o que o Senhor tinha dito pelo profeta: Do Egito, chamei o Meu Filho” (Mateus 2:15).

No tempo das experiências dolorosas de José, o agora poderoso primeiro ministro explicou sua convicção: “Agora, não se aflijam nem se recriminem por terem me vendido para cá, pois foi para salvar vidas que Deus me enviou adiante de vocês” (Gênesis 45:5). Depois de José, veio Moisés. Foram quatro séculos de servidão no Egito. Nesta altura, o Senhor decidiu que o povo hebreu já havia aprendido o suficiente com os egípcios. Por isso, preparou na própria corte do faraó, o líder hebreu Moisés, através de quem toda a legislação do povo hebreu foi outorgada.

Depois de muitos e muitos séculos, com o objetivo de preservar a missão do Seu Unigênito Filho, o Pai usou o Egito outra vez. Bem, antes que alguém chegue à conclusão apressada de que a terra egípcia merece estar acima de qualquer outro povo, é importante dizer que nação nenhuma tem mais merecimento que qualquer outra. Cada uma, de acordo com o projeto divino, tem o potencial de ser usada coo instrumento útil por Deus. Quando se trata de fazer Sua vontade, o Senhor usa o povo que bem lhe parecer: egípcio, berlinense, carioca ou sergipano... A nós, cabe a aceitação da incompreensível soberania e providência do nosso Pai. Seja no nosso bairro, no Egito ou na China...