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A estrela de Jesus  |  Pr. Olavo Feijó

Mateus 2:2 - Dizendo: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? porque vimos a sua estrela no oriente, e viemos a adorá-lo.

Uns dois anos após o nascimento do menino Jesus, diz-nos Mateus que “magos vindos do oriente vieram adorá-lo. Como eles souberam do evento? A explicação deles foi simples, sem muitos preâmbulos: “Vimos a sua estrela no oriente e viemos adorá-lo” (Mateus 2:2).

Aparentemente, o registro do fato astronômico foi feito com a naturalidade de quem conhecia a revelação do Salmo 19: “Os céus declaram a glória de Deus...”. Para os magos orientais, o nascimentos de Jesus teve uma significação cósmica, digna de receber do Criador comemoração jamais feita, na história dos humanos. O testemunho dos três sábios foi tão convincente, que obrigou o rei Herodes a organizar e executar o mais sangrento plano de autoproteção de que se tem notícia, na sua história truculenta.

Há leitores do episódio da “estrela de Jesus” que não se conformam com a naturalidade da narrativa de Mateus. O significado simples e óbvio do Evangelista foi o de nos revelar o impacto espiritual da intromissão do eterno, na pequenez do temporário. Por isso, ainda hoje, a mensagem cósmica, do Deus nascido como homem, consegue nos impactar. Ainda hoje, Jesus merece ser aceito e adorado. Não só como “rei dos judeus”, mas, também, como um Senhor, cujo amor sobrepuja Seu poder. O que nos deve fazer assumir a postura de fé e de amor, não é o brilho da estrela do Jesus, mas a luz encarnada do Jesus da estrela.