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Éden e Getsêmani: queda e restauração  |  Pr. Olavo Feijó

Mateus 26:39 - E, deixando-os de novo, foi orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras.

Não seria absurdo dizer que o sacrifício de Jesus começou no jardim do Getsêmani. A cruz foi consequência. Foi assim que Mateus nos informou. Jesus, “indo um pouco mais adiante, prostrou-se sobre o Seu rosto, orando e dizendo – Meu Pai, se for possível, passe de Mim este cálice. Entretanto, não se faça como Eu quero, mas como Tu queres” (Mateus 26:39).

A oração de Jesus é uma leve descrição da indescritível comoção espiritual, necessária para destruir as expressões da maldade, por toda a eternidade. Somente o incompreensível amor do Criador teve e tem o poder de exterminar o pecado, desde suas raízes, até o último dos seus venenosos frutos. Se é que, para Deus, um dia pode equivaler a mil anos, nos três dias da morte foi gestada a eternidade da ressurreição...

A descrição da agonia de Jesus, na véspera da cruz, jamais deveria ser encarada como apenas uma expressão de literatura religiosa. Ela nos descreve, de maneira simples e realista, o mistério da graça de Deus, que nos restaura, porque nos ama. Os apóstolos, como muitos de nós, dormira, durante a agonia do Cristo. Graças a Deus porque, depois do jardim, veio a cruz. E depois da cruz, veio a ressurreição. E a nossa adoção como filhos.