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O nome de sua mãe ...  |  Pr. Olavo Feijó

1 Reis 1:5 - ¶ Então Adonias, filho de Hagite, se levantou, dizendo: Eu reinarei. E preparou carros, e cavaleiros, e cinqüenta homens, que corressem adiante dele.

A partir de Adonias, os reis e candidatos a rei eram identificados pelo nome da própria mãe. “Ora, Adonias, cuja mãe se chamava Hagite, tomou a dianteira e disse “eu serei o rei” (I Reis 1:5).

Uma das formas de ganhar prestígio junto ao marido era dar-lhe um ou mais filhos bem preparados para a sucessão paterna. Esta tradição ficou bem delineada já a partir de Sara. Preocupada com sua infertilidade, resolveu o problema à sua maneira e usou Hagar, sua serva, para gerar um filho de Abraão. Daí em diante, de uma forma ou de outra, mulheres usaram sua capacidade de procriar para manter posição de destaque para elas e seus filhos.

Dentre as várias lições que aprendemos desse aspecto da história, fica evidente o significado da influência materna sobre o papel desempenhado pelos filhos... líderes ou não. O impacto da mãe sobre os filhos é biológico e, também, relacional, emocional, sociológico e espiritual. Ao gerar um novo ser humano a mulher funciona como co-criadora, cumprindo o desígnio incompreensível do próprio Criador. Há mães que fazem bem e há mães que fazem mal. O clímax da genealogia de Jesus aponta para “Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado Cristo” (Mateus 1:16). Mulheres que fazem o bem são aquelas cuja obediência a Deus aponta para o Cristo.