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Servidão e Libertação  |  Pr. Olavo Feijó

João 8:36 - Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.

Jesus quis ensinar uma palavra final, sobre o milenar problema do pecado – isto é, sobre o impacto de tudo aquilo que praticamos e nos separa de Deus. Em João 8:34, o Mestre decretou – “quem peca é escravo”. Dois versos depois Ele proclama: “Se o Filho os libertar vocês serão, de fato, livres” (João 8:36).

O escravo é submisso ao poder da entidade que o escraviza. O escravo não tem opções. Sua única opção, aliás, é obedecer ao poder que o escraviza. O dependente químico, por exemplo, é um escravo. Ainda que saiba do poder destruidor da cocaína no seu corpo, continua usando a droga. E isso porque, gradualmente, toda entidade escravizadora bloqueia os recursos, conscientes de autodefesa do seu escravo.

Por que Cristo tema capacidade de libertar as pessoas, não importando a causa da sua escravidão? Por que os recursos espirituais do Senhor suplantam o poder de qualquer elemento escravizador. O poder libertador de Cristo começa atuando nas funções motivadores da pessoa. Aqueles que aceitaram se submeter ao poder restaurador de Cristo, todos concordam em dizer que experimentaram uma mudança de valores espirituais. E que tais mudanças conseguem sobrepujar as sensações de prazer que a escravidão produzia. A Bíblia diz que Cristo não força ninguém a aceitá-lo. Por outro lado, aqueles que, de fato, se submeteram ao amor restaurador de Cristo adquirem uma dignidade tal, que preferem o senhorio de Deus.