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Se For Possível, Senhor...  |  Pr. Olavo Feijó

Mateus 26:29 - Disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que, nesta mesma noite, antes que o galo cante, três vezes me negarás.

No momento decisivo do ministério de Jesus, no jardim do Getsêmani, o Cristo nos ensina o poder absoluto da vontade de Deus. “Ele foi um pouco mais adiante, ajoelhou-se, encostou o rosto no chão e orou: Meu Pai, se é possível, afasta de Mim este cálice de sofrimento! Porém, que não seja feito o que eu quero, mas o que Tu queres” (Mateus 26:29).

O grande drama da encarnação do Messias, na forma de Jesus, aconteceu antes da cruz, quando orou no Getsêmani. No Seu diálogo com o Pai, o Filho Unigênito nos revela o significado eterno, infinito, do amor restaurador de Deus. O amor de Deus não despreza o poder maligno do pecado, permitido pelo Senhor, desde antes da criação. Por outro lado, desde antes da criação o Senhor estabeleceu, em Cristo, o aniquilamento da maldade. Porque sabia de tudo isso, Jesus nos ensinou, no Getsêmani, o poder absoluto da vontade de Deus, no seu processo de estabelecer o “novo céu” e a “nova Terra”, por toda a eternidade.

Na oração de Jesus aprendemos que podemos abrir nosso coração a Deus e confessar-lhe a intensidade do nosso sofrimento. E nos ensina, também, que a melhor resposta para nossa angústia é nossa submissão à vontade do Senhor. Porque sempre, na vontade restauradora do amor de Deus, a dor da cruz existe, mas ela é ultrapassada pelo poder vitorioso da ressurreição.