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Perfumando Os Pés de Cristo  |  Pr. Olavo Feijó

João 12:3 - Então Maria, tomando um arrátel de ungüento de nardo puro, de muito preço, ungiu os pés de Jesus, e enxugou-lhe os pés com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do ungüento.

A caminho de Jerusalém, onde sabia que seria morto, Jesus jantou na casa de Lázaro, a quem o Mestre ressuscitara. “Então, Maria (irmã de Lázaro) pegou um frasco de nardo puro, que era um perfume caro, derramou-o sobre os pés de Jesus e os enxugou com seus cabelos. E a casa encheu-se com a fragrância do perfume” (João 12:3).

Lavar os pés empoeirados do visitante era um forma da tradição judaica de demonstrar hospitalidade e consideração. É de se esperar, então, que os pés de Jesus já tivessem sido lavados com água. Daí a surpresa dos que estavam à mesa, quando Maria, irmã de Lázaro e de Marta, interrompeu a rotina do jantar e ungiu os pés do Senhor. Mais ainda, quando a sala toda “encheu-se com a fragrância do perfume” escolhido por Maria. A maior surpresa, entretanto, veio com a intervenção do Iscariotes. Qual foi a reação de Jesus?

O ensino final de Jesus, no meio de tanta coisa inesperada, pode ser resumido da seguinte maneira: quer gostemos quer não, o denominador comum do grande projeto divino chama-se Cristo Jesus. O que dá significado espiritual ao dinheiro é a nossa comunhão com o Cristo. O que dá significado à nossa enfermidade é a percepção que aprendemos com Cristo. E é só a experiência do amor de Cristo que nos permite orar pelos que nos fazem mal. Por isso, dar nosso melhor perfume, para “ungir os pés de Jesus” é o símbolo de que, finalmente, compreendemos que “Cristo é tudo, em todos” (Colossenses 3:11). Nós e o apóstolo Paulo...