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Manifesto - Obediência e sacrifício  |  Pastor Sérgio Fernandes

Malaquias 1:8 - Porque, quando ofereceis animal cego para o sacrifício, isso não é mau? E quando ofereceis o coxo ou enfermo, isso não é mau? Ora apresenta-o ao teu governador; porventura terá ele agrado em ti? ou aceitará ele a tua pessoa? diz o SENHOR dos Exércitos.

Poderíamos tentar enumerar os motivos pelos quais os animais oferecidos não seguiam as orientações da lei. Estaria o povo empobrecido e sem condições de oferecer animais melhores? Talvez! Será que a lei não era tão popular entre essa nação pós exílio, a ponto de não se esquecerem da ordenança? Talvez! Estariam os sacerdotes tão bem treinados para o seu ofício após tanto tempo exilados em terra estranha? Talvez! Mas o Senhor não considera essas hipóteses. De uma forma vigorosa, Ele insiste que o relacionamento entre Ele e o seu povo envolve o sacrifício e a obediência a Sua Palavra. Não podemos servir a Deus sem sacrifício pessoal, muito menos sem uma obediência sincera a Sua Palavra.

Jesus, ao nos chamar para o Reino, não o fez sem um convite a um discipulado radical (Lc 9.23). Assim como Israel, Deus nos considera como seus filhos e seus servos. Na Nova Aliança, não trazemos animais a um sacerdote, mas oferecemos nosso corpo como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus (Rm 12.1,2). E esse sacrifício tem que ser completo. Israel pecava quando trazia o animal aleijado, e nós podemos pecar quando não colocamos toda a nossa vida no altar de Deus. Ele não aceita o nosso resto. Toda nossa vida deve estar consagrada e disponível a Ele.

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