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O Amor não Explora  |  Pr. Olavo Feijó

2 Samuel 23:15 - E teve Davi desejo, e disse: Quem me dera beber da água da cisterna de Belém, que está junto à porta!

Descansando, no intervalo da batalha, o rei Davi suspirou, em voz alta: "Quem me dera beber do poço de Belém..." (II samuel 23:15). Três guerreiros ouviram e, em perigo da própria vida, atavessaram as tropas inimigas e trouxeram a Davi a água de Belém. Quando Davi recebeu aquela prova de dedicação, dedicou-se ao Senhor comovido e agradecido.

Nem sempre agimos com tal sensibilidade, quando somos cercados pela extrema dedicação de pessoas que nos amam. Aceitamos suas atenções e até seus sacrifícios, não nos preocupando muito pelo preço pago pelo outro. Afinal de contas, ninguém está forçando nada: ele está se sacrificando por conta própria...

A vida a dois perde sua saúde e sua beleza, quando alicerçada no sacrifício de um dos dois. O amor amadurecido, ao invés de viver requerendo cada vez mais do parceiro, cada vez mais se preocupa em ajudar o parceiro, em zelar por seu bem estar.

O amor não explora: o amor é doador. Ele está sempre à procura de ocasiões para ajudar.

A vida a dois deve ser de ajuda mútua, de interesse mútuo, de apoio mútuo. Ela nunca exige as águas do poço de Belém.