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Sarça De Deus Não Se Consome  |  Pr. Olavo Feijó

Êxodo 3:2 - E apareceu-lhe o anjo do SENHOR em uma chama de fogo do meio duma sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia.

Todo arbusto que se preze, ao pegar fogo se consome. A experiência de Moisés foi diferente. “E apareceu-lhe o anjo do Senhor em uma chama de fogo do meio duma sarça; e olhou e eis que a sarça ardia no fogo, mas a sarça não se consumia” (Êxodo 3:2).

Apesar de ser filho de mãe hebreia, Moisés fora criado na corte politeísta do faraó. O Senhor Jeová entendeu que, para chamar a atenção do Seu escolhido, precisaria de um recurso absolutamente marcante, completamente fora da lógica da ciência que ele aprendera dos magos egípcios. Até hoje, se encontrarmos alguma árvore pegando fogo continuamente, sem nenhuma folha sequer virar cinza, o incidente causará profunda impressão. Não é de estranhar, então, o impacto causado pela sarça ardente. Ela foi o início da impressionante carreira de Moisés com Jeová, com o Eu Sou.

O estoque das maravilhas divinas não acaba nunca. E ele se nos apresenta sempre com as características da cultura em que se manifesta. A história dos filhos de Deus, até os tempos presentes, é um desenrolar de sarças ardentes, relacionadas com os livramentos de Deus, em meio aos cativeiros e às provações que o Senhor permite. As soluções do poder do Senhor nunca se esgotam. De início, elas nos assustam, nos intrigam, mas sempre conseguem nos instruir quanto às soluções divinas. Ainda hoje, as sarças de Deus não se consomem.