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A Revolução do Reino: Servir Aos Humildes  |  Pr. Olavo Feijó

Mateus 25:40 - E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.

Ao falar do julgamento final deste mundo, Jesus explica porque os escolhidos do Rei foram aceitos: pela postura de serviço e ajuda aos pobres e necessitados. A declaração do Rei eterno é válida para os cristãos de hoje. “Respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que, quando o fizestes a um destes Meus pequeninos irmãos, a Mim o fizestes” (Mateus 25:40).

A mensagem de Jesus e dos escritores do Novo Testamento não se preocupa com o debate sobre a exclusividade das obras ou da fé, no processo da salvação. A fé em Jesus como o Filho de Deus é essencial. É ela que faz com que o Espírito nos capacite a nos tornarmos filhos de Deus (João 1:12). Por outro lado, entretanto, Jesus é enfático: o que identifica a árvore são os seus frutos (João 15:5). Boas obras sem fé é uma postura tão inútil quanto a fé destituída de obras (Tiago 3:17).

A revolução do Reino de Deus não tem sido à base do poder da dinamite. A energia que faz o Reino crescer é a do fermento: a massa é levedada por contiguidade. O fermento energiza a massa vizinha e a massa vizinha fermentada energiza sua vizinha (Mateus 13:33). Servir aos pobres e oprimidos não dá Ibope. Não enfeita manchetes de jornais. Mas é a revolução que nos desafia, na conduta cristã de nossa vida diária.