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Como Não Viver A Vaidade  |  Pr. Olavo Feijó

Eclesiastes 1:14 - Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito.

O autor do livro de Eclesiastes experimentou quase toda a variedade de luxos, poderes e caprichos que o mundo pode oferecer. Por causa de sua experiência, logo no princípio do seu livro, ele declara: “Tenho visto tudo o que é feito debaixo do sol; tudo é inútil, é correr atrás do vento” (Eclesiastes 1:14).

O que nos intriga, nas sua afirmações de desesperanças e de tédio é que, no começo do seu reinado, a seu pedido, o Senhor lhe concedeu uma sabedoria que o deixou famoso. Em que ponto da sua vida a sabedoria divina começou a ser substituída pela vida de bajulação, de sensualidade, de poder?

Lembramo-nos do apóstolo Paulo. Um poço de conhecimento bíblico, com uma pós-graduação invejável, aos pés de Gamaliel, um super doutor da Lei. A trajetória do apóstolo, contrária à de Salomão, foi da vaidade do meta conhecimento, para a profunda simplicidade do conhecimento de Cristo. Em pleno uso de suas faculdades mentais, Paulo afirmou que passou a considerar toda sua aquisição como lixo, como vaidade, pela profundidade existencial e espiritual da submissão ao Cristo ressuscitado (I Coríntios 1:23-25). Pelo menos, no final do seu livro, Salomão recomendou: “Tema a Deus e obedeça aos Seus mandamentos; porque isso é essencial para o homem” (cap. 12 v. 13).