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Para Que As Pedras Não Clamem  |  Pr. Olavo Feijó

Lucas 19:40 - E, respondendo ele, disse-lhes: Digo-vos que, se estes se calarem, as próprias pedras clamarão.

Enquanto entrava em Jerusalém, discípulos de Jesus e muitos da multidão proclamavam senhorio do Mestre e louvavam a Deus. Quando os fariseus disseram a Jesus que proibisse o testemunho do povo, o Senhor alertou: “Eu lhes digo – respondeu Ele – se eles se calarem, as pedras clamarão” (Lucas 19:40).

Muitos séculos atrás, ao se referir à proclamação da obra do Senhor, Davi foi muito mais além das pedras: “Os céus declaram a glória de Deus...” (Salmo 19:1). No mesmo contexto, a declaração de Jesus constitui uma postura definitiva. Olhara a natureza, com a humildade de um espírito questionador, eventualmente evidencia a necessidade de um Criador, de uma causa Primeira. A mensagem de Jesus, porém, é revolucionária, dizendo ao mundo que o Criador de tudo invadiu a criação, inundando com Seu amor todas as coisas e toda as pessoas: “Bendito é o Rei que vem em nome do Senhor” (v. 38).

A mensagem do “Deus conosco” é essencial. O Deus que veio ao mundo constitui a única maneira de seres humanos serem transformados em “filhos de Deus” (Efésios 1:5). Uma vez adotado como “filho”, cada cristão é vocacionado para dar ao mundo o testemunho de que “Deus é amor” e de que “Deus é Pai”. Ao usar a metáfora das “pedras clamarão”, Jesus afirma Sua confiança no testemunho dos cristãos. E de que não haverá plano B.