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Distância E Urgência  |  Pr. Olavo Feijó

Salmos 22:19 - Mas tu, SENHOR, não te alongues de mim. Força minha, apressa-te em socorrer-me.

A nossa percepção da solução e da ajuda divina depende muito do tamanho e da urgência das nossas necessidades. É isto que revela o grito por ajuda, expresso por Davi: “Tu, porém, Senhor, não fiques distante! Ó minha força, vem logo em meu socorro!” (Salmo 22:19).

À semelhança de Davi, existem em nossa vida dificuldades tão intensas que nos deixam com o sentimento de que até o Senhor resolveu nos desamparar. O início do Salmo 22 contém exatamente esta horrível sensação: “Deus meu, Deus meu! Por que me desamparaste?” Do ponto de vista meramente humano, o desamparo é vivenciado quando até a ajuda do Senhor se torna invisível. Quando não vemos o apoio de Deus para as portas que “precisamos” abrir. Para o cristão, dificilmente haverá alguma coisa pior do que concluir que nem seu próprio Deus irá ajudá-lo!

Temos o direito de dizer a Deus que sentimos urgência? A Bíblia diz que sim. Em várias orações de Davi encontramos o sentimento de desespero, quando todas as portas parecem fechadas. A Bíblia, por outro lado, nos ensina a insistir no clamor: “Ó minha força, vem logo em meu socorro! ”Porque, como os filhos de Deus eventualmente descobrem, no meio da angústia, o Senhor” não menosprezou nem repudiou o sofrimento do aflito. Não escondeu o Seu rosto, mas ouviu o seu grito de socorro” (v. 24).